23 de mai de 2009

Coisas que nos acontece no decorrer dos tempos...

Certo dia me perguntei: O que fiz? O que deixei de fazer? Pois não deu certo. Errei em algum lugar, mas onde, como e quando. Repensei e nada d
de encontrar onde eu havia errado.
Caminhei sem rumo, direção e destino, me deparei com uma bela paisagem. Sentei a beira de um riacho, olhei pros lado não avistei ninguém
pensei que eu estivesse sozinha naquele momento deixei meus sentimentos falarem por mim, quando me refiz do choro, olhei novamente e me encantei com tamanha beleza. Que vira naquele momento, a qual a tristeza não deixava me ver.
A natureza me encanta, ela possui beleza própria, os pássaros que ali estavam cantavam como nunca, alegrando o ambiente. Parecia perceber tamanha solidão eu estava sentindo.
O sol estava se indo, eu também tinha que retornar, antes que sentissem minha falta, mas quem sentiria, quem daria fé que eu havia sumido, pois moro sozinha. Pode ser que uma vizinha de bom coração tenha a compaixão de ir até minha porta e bater, percebendo que ali não havia ninguém saisse a minha procura.
Resolvi coltar ao meu lar. Chegando em casa havia uma carta, que teria sido jogada pela vizinha o carteiro passou e deixou para mim. Engraçado a tempos não recebia uma carta, fiquei feliz pois é de uma amiga por correspondencia que nos conhecemos quando tinhamos 14 anos. Ela reletando a felcidade dela de ser mãe. Nossa pude ver que mesmo ela nunca ter me visto enviou-me um acarta para dividir comigo sua alegria. Abigail, "Bibi " como a chamo desde a primeira carta que enviei a ela, 13/09/1994
um dia antes do meu aniverário e seis antes do dela. Não imaginada que ela receberia e mais que me enviaria de volta a confirmação, o tal esperado Sim, podemos sermos amigas por correspondência, junto da primeira carta enviei a ela um cartão de aniversário, na primeira carta que recebi dela também veio o meu cartão de aniversário e a 15 anos é desde jeito, a cada mês uma carta dela chega aqui e uma minha chega lá em Theobrama-Ro para ela.
Eu e Abigail nos conhecemos, não virtualmente, mas por meio de um programa infantil que tinha na Rádio Nacional de Brasilia.
Sou grata a Apresentadora Tia Heleninha.

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